45ª Edição
13 de fevereiro de 2009

Erosão ácida: a doença odontológica do século XXI

A erosão ácida já é considerada a doença odontológica do século XXI. Sua principal característica é o desgaste dos dentes, o que está diretamente ligado aos atuais hábitos de consumo. Bebidas e alimentos ácidos estão sendo ingeridos em excesso. Na medida em que progride, a erosão ácida causa hipersensibilidade, perda de forma e de cor nos dentes. O processo em geral é lento.

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Dica da Semana

Conheça os principais tipos de aparelhos que corrigem problemas nos dentes

Opções são escolhidas pelos profissionais de acordo com cada problema; novos materiais permitem que aparelhos sejam bem mais discretos. Usar aparelho para os dentes não é mais uma exclusividade de crianças e adolescentes há um bom tempo.

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Editorial

Nesta edição aprenderemos um pouco sobre a erosão ácida, que está sendo considerada a doença odontológica do século XXI.

Em notícias veremos que a taxa de fluorose em crianças e adolescentes está crescendo e conheceremos as diferenças entre próteses e implantes dentários.

Na dica da semana o destaque fica por conta dos diferentes tipos de aparelhos para correção dos dentes, novos materiais, vantagens e manutenção de cada um, para todas as faixas etárias.

Na última, estudos sugerem que ancestral do homem comia nozes com casca e tudo, o que revela que seus dentes eram extremamente fortes.

Boa leitura! E até a próxima edição.

Dr. Milton Raymundini

Notícias

 Cresce taxa de fluorose em crianças e adolescentes

Especialistas observam o aumento de fluorose dentária em diversas regiões do país. Ocasionado por ingestão excessiva de flúor na infância, o problema causa manchas brancas no esmalte dos dentes.

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 Entenda as diferenças entre próteses e implantes dentários

Muitos pacientes desconhecem as aplicações de cada uma das técnicas, cujos procedimentos e objetivos são diferentes.

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A Última

Ancestral do homem comia nozes com casca e tudo, sugere análise

Equipe de pesquisadores estudou crânio do Australopithecus africanus. Biomecânica e marcas nos dentes indicam consumo de frutos muito duros. Utensílios para quebrar nozes provavelmente seriam supérfluos para o Australopithecus africanus, ancestral da humanidade que viveu há mais de 2 milhões de anos na África do Sul.

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